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Manifesto: 

Uma geração que não desiste de um Futuro Seguro?

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No dia 8 de fevereiro, os jovens são chamados a uma escolha que pesa no presente e no futuro do país. Estas eleições presidenciais acontecem num momento de desconfiança, de instabilidade política e de afastamento entre as instituições e a vida real das pessoas - sobretudo da nossa geração.

Somos a geração mais qualificada de sempre, mas também uma das que enfrenta maiores dificuldades em construir uma vida autónoma. Trabalhamos mais, ganhamos menos, temos dificuldade em aceder à habitação e adiamos projetos de vida que, noutras gerações, eram, nesta fase, uma normalidade.

Muitos vivem com a sensação de esforço permanente sem retorno, outros com a incerteza constante sobre o dia de amanhã.

Apesar de tudo isso, esse sentimento não nos afasta da democracia. Pelo contrário: obriga-nos a exigir mais dela - mais responsabilidade, mais diálogo e mais capacidade de responder aos problemas concretos das pessoas.

A eleição do Presidente da República não resolve, por si só, estes desafios. Pode, contudo, ajudar a criar um país mais justo, mais coeso e mais atento às novas gerações. Precisamos de um Presidente que una, que ouça e que use a sua magistratura de influência para colocar os grandes temas do nosso tempo no centro do debate público.

É neste contexto que vemos na candidatura de António José Seguro uma oportunidade de Futuro. Não porque a juventude seja um grupo homogéneo, nem porque partilhemos todos o mesmo percurso político. Pelo contrário, porque reconhecemos neste candidato um trajeto marcado pela moderação, pelo respeito à liberdade individual e pela seriedade institucional que se exige.

António José Seguro fala aos jovens, sem ruído e sem divisões. Fá-lo com sentido de Estado, com respeito por quem pensa diferente e com a convicção de que a democracia se fortalece quando inclui, escuta e une.

Esta carta não é um manifesto contra ninguém. É um apelo a todos os jovens - aos que acreditam na política e aos que se sentem afastados dela; aos que votaram de forma diferente na primeira volta e aos que ainda procuram respostas. A resposta à desilusão não pode ser mais confronto, mas sim mais diálogo, mais responsabilidade e mais democracia.

No dia 8 de fevereiro, escolhemos uma presidência que une e não divide. Escolhemos diálogo em vez de ruído e futuro em vez de medo.

No dia 8, escolhemos Portugal. Votamos António José Seguro para Presidente da República.

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